Alguns Pontos Destacados
terça-feira, 5 de julho de 2011
Entrevistas Cemitério de Taguatinga
Alguns Pontos Destacados
Como ,morte ,temer-te?
Não estás aqui comigo a trabalhar ?
Não te toco em meus olhos ,nao me dizes que não sabe de nada ,não és vazia,
inconciente e pacífica?
Não gozas comigo tudo :glória,solidão, amor,até tuas entranhas ?
Não me estas a sustentar morte,de pe´, a vida ?
Não te levo ,te trago cego,como teu guia ?
Não repetes com tua boca passiva o que quero que digas ?Não suporta ,escrava ,a gentileza com que te obrigo ?.
Juan Ramón Jimenez em" La Muerte."
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Personificação Da Morte
O ceifador também aparece nas cartas de tarô e em vários trabalhos televisivos e cinematográficos. Uma das formas dessa personificação é um grande personagem da série Discworld de Terry Pratchett, com grande parte dos romances centrando-se nela como personagem principal.
Em alguns casos, essa personificação da morte é realmente capaz de causar a morte da vítima,[5] gerando histórias de que ela pode ser subornada, enganada, ou iludida, a fim de manter uma vida. Outras crenças consideram que o espectro da morte é apenas um psicopompo e serve para cortar os laços antigos entre a alma e o corpo e para orientar o falecido ao outro mundo sem ter qualquer controle sobre o fato da morte da vítima.
Morte em muitas línguas é personificada na forma masculina (como no inglês), enquanto em outros ela é percebida como uma personagem feminina (por exemplo, em línguas eslavas).
Fonte:http://curiosidades-mundocurioso.blogspot.com/2010/08/origem-da-personificacao-da-morte.html
Curiosidades sobre a Morte

- Último sentido: Quando uma pessoa morre, a audição é o último sentido em fenecer. O primeiro costuma ser a vista, seguido do paladar, o olfato e o tato.
- Consumido por enzimas: Aos três dias da morte, as enzimas digeridas em uma refeição começarão a devorar o corpo. As células fraturadas se converterão em comida para as bactérias vivas do intestino, as quais libertarão suficiente gás tóxico para inchar o defunto e forçar os olhos para que saiam das órbitas.
- A saideira: Ao morrer, os homens ejaculam. Quando um homem falece, seu corpo entra em um estado de relaxamento muscular profundo que também afeta à vesícula seminal que descarrega seu conteúdo poucas horas após a morte. Por esta razão diz-se que os mortos ejaculam.
- Três estatísticas difíceis de acreditar:
- Comedores de Lápis: 100 pessoas morrem a cada ano engasgadas com lápis.
- Rolha assassina: Há mais probabilidades de ser assassinado por uma rolha de uma garrafa que pela picada de uma aranha.
- Maldição do canhoto: Mais de 2500 pessoas morrem anualmente porque são canhotas e utilizam ferramentas para destros.
- Enterro caro:O funeral de Alexandro Magno na atualidade teria custado $600 milhões de dólares. Na época foi construída uma estrada do Egito a Babilônia para levar seu corpo.
- Mais conservados: Hoje em dia a decomposição do corpo demora mais a acontecer devido aos conservantes dos alimentos que comemos.
- Muita gente: Estima-se que 100 bilhões de pessoas já morreram desde que surgiram os humanos.
- Sons nos panteões: Os sons que se ouvem em um cemitério, e que tanta mitologia criou, costumam proceder da combustão e explosão do gás metano acumulado dentro dos caixões.
- Mortos vivos: Na Europa do século XIX existiam tantas evidências anedóticas de pessoas vivas que eram declaradas mortas erroneamente, que os cadáveres eram levados a "hospitais para mortos" onde eram vigiados à espera de sinais de putrefação.
- O último suspiro: Quando o inventor Thomas Edison morreu em 1931, Henry Ford capturou seu último suspiro em uma garrafa.
- Corpos turbinados: Os implantes de silicone explodem violentamente durante as incinerações e, em caso de serem sepultados, se corrompem junto ao corpo. Em ocasiões, ao exumar um caixão, podem-se descobrir objetos de todo tipo, como marca-passos.
- Vagando no espaço: O criador de Star Trek, Gene Roddenberry, foi a primeira pessoa a ter suas cinzas em espalhadas no espaço.
- Queimando gordura: A temperatura das incineradoras atinge os 1.000°C através do gás natural. Apesar desse alto nível de calor, são necessárias várias horas para completar uma cremação, ainda que também depende se o defunto é obeso, já que a gordura corporal entra em combustão mais facilmente.
- Enterro ecológico: Uma empresa sueca chamada Promessa, pode dessecar seu corpo em nitrogênio líquido, pulverizá-lo com vibrações de alta freqüência, e selá-lo com pó resultante em um ataúde biodegradável elaborado com farinha de maizena. Afirmam que este enterro ecológico decompõe-se em 6 ou 12 meses.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Morte e Religião

Aonde iremos depois que a medicina, a sociologia, a filosofia, já não mantiverem um poder sobre nós? Ressuscitamos, reencarnamos ou simplesmente acabamos? E depois disso, o que vai acontecer? As religiões todas não declaram a morte como o fim. O cristianismo diz que é uma transição para outra vida. O Espiritismo e o judaísmo dizem que é uma etapa na evolução do espírito. E um ateu acredita que nada acontece, ali será o fim da matéria que está pulsando.

De uma forma ou de outra, a morte continuará sendo algo que a Religião estará tentando entender e explicar a todos os seus adeptos. Não é tarefa fácil, pois quando algumas questões simples são respondidas, outras mais complicadas são formuladas. Só resta “acompanhar”.
Sociologia e Morte
A morte é um acontecimento tão inexplicável que chega a ser um evento dicotomizado entre o bem e o mal. Ou seja, é considerado por uns um descanso merecido e para outros é um preço a ser pago. Em diferentes culturas e diferentes épocas a morte delineia significados distintos. Profissionais da área da saúde enfrentam a morte com inimigo invisível, derrota, falha, etc. Devido à constante evolução da medicina, “automatizando” e prolongando a vida.
A pesquisadora Elisabeth kubler-Ross descobriu que no processo de morte, há cinco fases bem nítidas. A primeira delas está sendo chamada de negação e isolamento. Diante da informação da inevitabilidade de sua morte, a pessoa inicialmente não acredita naquilo que os médicos dizem. Quando porém, não é mais possível negar o óbvio, entra numa segunda fase, da Riva, da ira e da inveja. “Por que eu? Existem mil razões para eu não morrer”. Pessoas que acreditam em Deus começam a culpá-lo. “Que Deus é este, que me deixa morrer, sabendo que a minha família ainda precisa de mim?”
Existe de fato, mil razões para não morrer, e, na segunda fase, essas razões estão sendo lembradas. Porém, diante da impossibilidade de impedir a morte, a pessoa se torna agressiva. Tal agressividade se volta contra si mesma, contra Deus e contra as pessoas em torno de si. A equipe hospitalar que trabalha com paciente terminais conhece muito bem as explosões de raiva que podem acontecer nessa fase.
A terceira fase tem início com a capacidade de superação da raiva, que dá lugar à negociação. A pessoa tenta negociar um prazo maior. “Vou morrer, sim, mas não já, e sim no ano que vem”. Em geral, porém, essa negociação é infrutífera. Aí se segue a quarta etapa: a depressão. Chega um momento em que o paciente terminal deve despedir-se do mundo e, nessa ocasião, percebe amar sua vida muito mais do que havia pensado. A despedida torna-o triste, mas realizá-la é a condição para poder aceitar a morte.

Somente após essa aceitação a pessoa se tranqüiliza. Nesse momento, então, passa a reunir condições para falar do seu morrer com serenidade e, muitas vezes nessa fase, é o paciente quem consola a família e não mais a família que o consola. A interdição deste assunto é resultado do efeito ruim que a afinidade das experiências humanas nos proporcions. Nesse aspecto, o suicídio aparece como fenômeno social característico das sociedades modernas.
As diferentes pessoas, de diferentes nações, de diferentes grupos sociais por séculos tentam entender o que é a morte verdadeiramente. E nesta busca por entendimento do que é o fenômeno da morte, vem a questão, como lidar com a morte? Como se conformar com o inevitável fim da existência? Perguntas que cientistas, religiosos, médicos, sociólogos estarão continuamente procurando.
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